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Peptídeo — Folha de referência

Por Redação · publicado 2026-03-31 · última revisão 2026-05-17 · Info

Peptídeo aparece com frequência em conversas e raramente com contexto. Aqui vão primeiro os fundamentos, depois as considerações práticas.

Última revisão em 2026-05-17. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.

Comparação com alternativas

Levar uma cidadã do Reino Unido ou residente permanente para o estrangeiro para efeitos de MGF é uma infracção penal mesmo se for legal no país para onde a menina é levada. Desde abril de 2014, todos os hospitais do NHS (serviço nacional de saúde britânico) registarão se uma paciente tiver sofrido a MGF ou se houver uma história familiar. Até 2014, ainda não tinha havido nenhuma condenação no território O número de mulheres com idade de 15 a 49 anos, residente na Inglaterra e no País de Gales, nascidos em regiões que praticam a MGF tendo migrado para o Reino Unido foi de 182 mil em 2001 e aumentou para 283 mil em 2011. O número de mulheres nascidas na região do chifre da África, onde a MGF é quase universal e o tipo mais severo de MGF é comumente praticado, aumentou de 22 mil em 2001 para 56 mil em 2011. Estima-se que o número de mulheres de todas as idades submetidas a MGF fosse 137 mil em 2011. O número de mulheres de idades 15 a 49 anos que sofreram MGF foi estimado em 66 mil em 2001 e houve um aumento para 103 mil em 2011. A cidade com a maior prevalência da MGF em 2015 foi Londres, a uma taxa de 28,2 por mil mulheres com idade de 15 a 49 anos. Apesar da lei, estima-se que cerca de 500 mulheres ou crianças britânicas são mutiladas por ano, sem uma única condenação.

Fontes: pt.wikipedia.org

Questões em aberto

== Motivações == Razões comuns para a MGF citada pelas mulheres nas pesquisas são aceitação social, religião, higiene, preservação da virgindade, maior possibilidade de casamento e aumento do prazer sexual masculino. Num estudo no norte do Sudão, publicado em 1983, apenas 17,4 por cento das mulheres se opuseram à MGF (558 de 3 210), e a maioria preferia excisão e infibulação em vez de clitoridectomia. As atitudes estão a mudar lentamente. No Sudão, em 2010, 42% das mulheres que conheciam a MGF disseram que a prática deveria continuar. Em vários inquéritos posteriores, desde 2006, mais de 50% das mulheres no Mali, da Guiné, da Serra Leoa, da Somália, da Gâmbia e do Egipto apoiaram a continuidade da MGF; no entanto, mesmo nos países onde a MGF é quase universal, o nível de apoio entre as meninas e mulheres é menor do que o nível de prevalência. Superstições e mitos também têm uma parte importante na MGF. Os Bambaras, do Mali, acreditam que o clitóris matará um homem se entrar em contato com o pénis durante uma relação sexual. Na Nigéria, alguns grupos acreditam que um bebê morrerá se sua cabeça tocar o clitóris durante o parto. Hanny Lightfoot-Klein relata que "acredita-se no Sudão que o clitóris vai crescer até ao comprimento do pescoço de um ganso, até oscilar entre as pernas, em rivalidade com o pênis do macho, se não for cortado". A médica Olayinka Koso-Thomas em 1987 entrevistou 50 mulheres em Serra Leoa, que tinham tido experiências sexuais antes da MGF. Todas relataram uma diminuição da satisfação sexual após a operação, mas não estabeleciam a relação.

Fontes: pt.wikipedia.org

Contexto

Gerry Mackie anota que as consequências da MGF podem ser aceites como "normais", e próprias da condição femininaː se ela for praticada em todas as meninas antes da puberdade, não existe termo de comparação e não é feita a ligação entre causa e efeitos. Uma explicação comum dada para a MGF é simplesmente que "é o costume aqui". De acordo com Gerry Mackie, a MGF é encontrada apenas em grupos islâmicos ou adjacentes (alguns cristãos vizinhos — cita os coptas do Egipto — praticam-no para evitar a condenação).A MGF é pre-Islâmica, mas foi exagerada pelo seu cruzamento com o código de modéstia islâmica de honra da família, pureza feminina, virgindade, castidade, fidelidade e reclusão. O Alcorão é omisso quanto à MGF, mas alguns hádices citam-na. O mais conhecido, usado muitas vezes para avalizar a MGF, é o que descreve como o Profeta passou por uma circuncisadora em Medina e disse à mulher: "Não corte demais, porque é melhor para a mulher e mais desejável para o marido" As diversas escolas jurídicas islâmicas sunitas apresentam vários pontos de vista sobre o procedimento, a maliquita e os hanbalita julgam-na Suna (boa prática), a hanafita pensa ser macruma (não requerida, mas preferível aos olhos de Alá), e os xafeíta consideram-na obrigatória. Também as escolas xiitas a consideram um acto nobre, embora não obrigatório. Os crentes que condenam a MGF fazem-no citando o próprio Alcorão, essencialmente a Sura 32 — As Sajdah ː " Ele (Alá) que fez tudo o que Ele criou mais perfeito: Ele iniciou a criação do homem com nada mais do que argila".

Fontes: pt.wikipedia.org

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Mecanismo de ação

== Em Portugal == Em Portugal segundo a Associação para o Planeamento da Família, há mais de 8 000 mulheres, raparigas e meninas que foram vítimas ou que estão em risco de serem sujeitas à prática. Os registos oficiais — baseados maioritariamente nos casos que chegam aos hospitais — aponta para cerca de 6 500 mulheres mutiladas, praticamente todas elas oriundas de comunidades muçulmanas de origem africana, na sua maioria da Guiné-Bissau, e também da Guiné-Conacri, Senegal e Egito. Os casos são muitas vezes detetados por médicos apenas quando recebem as mulheres e meninas na sequência das complicações psicológicas, sexuais, obstétricas, urológicas ou ginecológicas. A jornalista do Público, Sofia Branco, fazendo em 2002 uma reportagem sobre o assunto entre a comunidade de origem guineense, acabou convidada a fazer a MGF por uma excisadora. A MGF tornou-se um crime autónomo no Código Penal Português, através da Lei nº 83/2015. A prática de MGF passou a ser crime punível por lei com pena de prisão de 2 a 10 anos. São também considerados crime todos os atos preparatórios de MGF, nomeadamente, levar as mulheres ou crianças a viajar para fora do país com o objetivo de serem submetidas a MGF. Nos primeiros dias de 2021, Rugui Djaló, cidadã guineense residente em Portugal, foi condenada a 3 anos de prisão por ter submetido à prática uma filha, na altura com um ano de idade, durante uma estadia de três meses na Guiné-Bissau, em 2019. Foi o primeiro julgamento por este crime em Portugal.

Fontes: pt.wikipedia.org

Perguntas frequentes

O que é Peptídeo?

Peptídeo é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.

Como Peptídeo é estudado na literatura?

A pesquisa sobre Peptídeo apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.

No que observar com Peptídeo?

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